A infinita busca pela definição do que é branding.

A-há, te peguei. Se você está interessado em saber o que é branding e veio parar aqui, me dei bem. 

Será que um dos Googlebots é nosso amigo? Nããão.

Mas, se você está esperando ler algumas linhas com uma definição exata do que é branding, sinto muito. Pare por aqui. Não continue.

Então, tá, não diga que não o avisei. E já que você quer continuar lendo, vou facilitar a sua vida: “branding consiste no conjunto de atividades estratégicas contínuas que se destinam exclusivamente a gestão de uma marca e que contribuem para o aumento do valor desta marca”.

Pronto, tá aí uma definição do que é branding. Isso mesmo, peguei lá no Google, provavelmente o mesmo que te trouxe até aqui.

Você se lembra quando era moda usar o termo design? (Ou ainda é?) E todo mundo saiu criando o design disso, design daquilo, design de sobrancelhas, design-de-tudo-que-se-possa-imaginar. Pois é, a coisa evolui e hoje só se fala nisso: o tal do branding.

A verdade é que esse termo tem sido mal utilizado e, portanto, mal compreendido. E isso fez com que grande parte das organizações tenham se reinventado a partir de orçamentos excessivos e impactos questionáveis, ao mesmo tempo em que empresas de marca ainda lutam para chegar a alguma definição para um dos melhores conceitos de marketing: o valor da marca ou, brand equity para ficar mais chique (beijinho no ombro). 

Essa foi a sombra lançada sobre as empresas. O que se viu foi uma promessa de que o branding seria uma escalada rápida que finalmente elevaria o pequeno comerciante, o empreendedor, sim, aquele cara que antes se preocupava com o logotipo e o flyer e que agora seria catapultado para as salas de reuniões, o fantástico mundo dos negócios. 

Bullshit.

“Se escolhermos, poderemos viver em um mundo de reconfortante ilusão”, afirmou o filósofo Noas Chomsky. Faço dele as minhas palavras. 

A pergunta que se deve fazer não é exatamente O QUE é branding mas, sim, COMO se constrói o branding?

No nível mais raso, marca ou brand é um nome ou um símbolo associado a um produto ou serviço ao qual os consumidores vinculam significados psicológicos. Ao subir alguns degraus, entendemos que marca pode ser representada como um conjunto de associações ou, melhor definindo, percepções feitas pelos consumidores.

É aí que a coisa começa de verdade.

O que se sabe é que marcas não surgem nas salas de reuniões do pessoal de marketing. A marca é sentida, é vivida, é experimentada e incorporada à vida das pessoas. Obviamente, o fio condutor que conecta tudo isso é o design (o design de verdade, não o de sobrancelhas) e seu sistema de identidade da marca.

Mas, isto não é tudo. 
É a estratégia em sua plena forma que faz com que o consumidor perceba a marca como uma solução. 

Ixi, saiu. Pronto, revelamos a palavra mágica: S-O-L-U-Ç-Ã-O. É a única escolha racional para o que está sendo oferecido. E o branding é um conjunto de comunicação que torna evidente o porquê determinada marca realmente importa.

E agora, o que é que eu faço com tudo isso?

Sem complicações, sua marca precisa ser relevante. Tem que ser a solução.
E não porque você acha que está sendo relevante. Mas, porque o consumidor afirma isso.

Acima disso, é um trabalho complexo e contínuo de construção que envolve riscos e exige um profundo comprometimento corporativo.

Seja você um empreendedor individual ou uma grande empresa, a oddy_ pode ajudá-lo a pensar em sua estratégia: envie-nos um e-mail.

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