Nós não trabalhamos com comissionamento de mídia. E isso não é piada.

Hoje, um dos assuntos mais discutidos na propaganda é o modelo de remuneração. 
Já passamos pelo fee, modelos de performance, retorno sobre o investimento, dentre dezenas de outros já apresentados.

A verdade é que, no mundo da propaganda, fórmulas nunca foram bem-vindas. 
Muitos profissionais se esqueceram de que existe um divisor de águas, igual à passagem de Moisés pelo Mar Vermelho. E o cajado que divide esse mar chama-se criatividade.

Se, de um lado temos os números - racionais e precisos - essenciais para qualquer empresa, do outro temos o intangível, o imensurável, o inusitado, a surpresa. O gostinho do que vem pela frente.

Crianças, saiam da sala pois eu vou falar: é um tesão ver o dinheiro do cliente se multiplicar. Todos saem ganhando.

Mas temos uma coisa para falar que está entalada aqui, ó. Um nó na garganta.
Remuneração por volume de mídia é muita sacanagem.
É o jeitinho de arrastar a sujeira para debaixo do tapete pra ninguém ver como é que se ganha dinheiro.

Preste atenção nessa continha rápida:

O cliente tem uma verba de R$ 100 mil e quer investir em comunicação. Para apimentar essa história, vamos desvendar um detalhe: ele paga apenas R$ 2,5 mil de fee para a agência. (Carinha de espanto, igual àquele emoji).
Desculpa aí, pessoal do CENP mas, onde você acha que a agência vai alocar essa verba sabendo que 20% do total retorna para ela (agência)?

(É, esse silêncio realmente incomoda, não?).

Apaga a lousa e vamos desenhar um novo modelo.
Que tal o cliente investir R$ 20 mil ou mais nesta mesma agência – que poderá contar com um fluxo de caixa mais saudável, contratações assertivas, salários mais justos e a lista segue, hein? – e exigir dela novas formas de anunciar.

Vejam, não estamos fazendo nenhuma crítica aos veículos. Muito pelo contrário, estes são os que mais pagam o preço alto desse modelo.

Simples assim: agências recebem para criar; veículos recebem por veicular.
E ponto. Cada um no seu quadrado.

Defendemos que os nossos clientes devem nos remunerar pela assertividade, pela criatividade, pela inovação, pela surpresa e não pelo montante anunciado. 
Colocamos à frente um movimento pela construção de um serviço inovador por meio de um  modelo de comunicação que integra Gestão Financeira ao Branding como uma nova forma de enxergar e vivenciar o consumo e as relações entre agências, anunciantes e consumidores.

Para nós, uma comunicação excelente é a combinação entre as ideias, os meios (mídias) e os resultados. O equilíbrio entre estes componentes é o que constrói soluções únicas para nossos clientes, para nós e para os consumidores.

Se o mundo está mudando, as mídias estão mudando, o consumidor está mudando, então, por que as soluções para os seus negócios precisam ser sempre as mesmas?
É hora de você conhecer quem já mudou.
Que tal batermos um papo para você nos conhecer melhor?

 

Oddy_ impulsionando marcas e negócios.

 

 

LEIA TAMBÉM:

http://dev.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2016/06/08/o-modelo-de-remuneracao-vai-mudar-de-qualquer-maneira.html

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2018/01/30/254032-2.html

http://www.wavefestival.com.br/cobertura-2017/2017/04/05/agencias-vs-consultorias-a-hora-da-revanche/

 

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